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17 pequenos reparos que você pode fazer sem a ajuda de profissionais

30 janeiro 2019

Morador realizando reparo em seu apartamento sem ajuda de um profissional

Com o passar do tempo, o uso contínuo provoca o desgaste de um imóvel. Dessa forma, o morador deve realizar alguns pequenos reparos para manter a residência com uma boa estética. No entanto, em muitos casos, esses consertos são tão simples que o próprio residente pode colocar a “mão na massa” e ele mesmo fazer essas tarefas.

Com isso, o morador economizará dinheiro por não ter que contratar um profissional e pode, até mesmo, se divertir, a ponto de criar um hobby, em fazer uma atividade que necessita de concentração e empenho. No entanto, para ter sucesso nessa tarefa, é preciso saber o que se está fazendo para não cometer erros e aumentar o problema.

Pensando nisso, criamos uma lista com 17 pequenos reparos que você pode fazer em seu apartamento. Nela, reunimos algumas dicas que o permitirá fazer as atividades com segurança e eficiência. Boa leitura!

1. Trocar lâmpada

A queima de uma lâmpada é uma das situações mais comuns que podem ocorrer em uma residência. Para solucionar esse problema, por se tratar de uma operação que envolve o risco de sofrer um choque elétrico, o primeiro passo é desligar o circuito de iluminação do cômodo. Desse modo, é necessário ir até o quadro de distribuição e desligar o disjuntor desejado.

Com a corrente elétrica desativada, o próximo passo é trocar a lâmpada queimada por uma nova. Para isso, adquira um modelo compatível com a voltagem da instalação elétrica do imóvel e que seja adequada ao lustre instalado no cômodo. Além disso, fique atento com a temperatura da cor da luz emitida pela lâmpada, já que existe uma tonalidade indicada para cada atividade realizada no ambiente.

Apesar de simples, essa operação possui alguns riscos. Desse modo, é necessário tomar algumas providências para minimizá-los. Portanto, caso a lâmpada esteja no teto, o recomendado é utilizar uma escada firme para realizar essa tarefa. Com isso, diminui a possibilidade de ocorrer quedas.

Como existe uma grande variedade de modelos de lâmpadas e lustres, é fundamental seguir as instruções do fabricante para efetuar a troca. Contudo, o modelo de rosquear é um dos mais comuns e apresenta uma instalação simples. Nesse caso, para fazer a substituição, é preciso tomar alguns cuidados para não exercer uma força muito forte que faça com que o bulbo se quebre em sua mão.

2. Instalar lustres

Assim como ocorre com a troca de uma lâmpada, é fundamental desligar o circuito de iluminação do cômodo antes de começar essa instalação. Afinal, por se tratar de uma operação que envolve corrente elétrica, esse cuidado minimiza a possibilidade de você sofrer um choque elétrico. Outro risco existente é o de quedas; portanto, utilize uma superfície firme para realizar essa atividade.

Devido à grande variedade de modelos existentes no mercado, é essencial seguir as recomendações do fabricante para realizar a instalação, já que, para cada tipo de lustre, existe uma forma própria de fazer a fixação. Além disso, será necessário ter fita isolante, alicate, estilete e chave de fenda para auxiliar nessa execução.

Normalmente, o ponto de iluminação possui dois fios de eletricidade, os quais devem ser conectados aos que são existentes no lustre. Para isso, use o estilete para desencapar a ponta de ambos. Coloque um fio da instalação elétrica residencial junto com outro da peça, em seguida, enrosque-os de modo a fazer uma firme conexão que será protegida por fita isolante.

Por final, fixe a luminária na superfície desejada de acordo com as recomendações do fabricante.

3. Trocar interruptor e tomadas

Apesar de parecer, em um primeiro momento, que o interruptor ou a tomada está com algum defeito, em muitos casos, existe apenas um mau contato. Para certificar que existe esse problema, o ideal é desligar a corrente elétrica do circuito que se deseja mexer para desmontar a peça e refazer as conexões. Em seguida, religue a energia e verifique se o dispositivo voltou a funcionar normalmente.

Caso contrário, a solução será trocar o mecanismo danificado por um novo. Portanto, desligue novamente o circuito referente ao dispositivo que se deseja substituir, retire o interruptor ou a tomada antiga de modo a preservar a fiação. Em seguida, conecte os fios da peça nova ao sistema elétrico da residência e os proteja utilizando uma fita isolante. Por fim, fixe o dispositivo na parede, religue a corrente elétrica e faça alguns testes.

Para poder fazer essa operação, será preciso utilizar as mesmas ferramentas que são necessárias para realizar a instalação de um lustre, como fita isolante, alicate, estilete e chave de fenda ou Philips. De qualquer forma, sempre consulte as instruções do fabricante para evitar possíveis erros que poderão danificar o dispositivo.

4. Trocar resistência do chuveiro

Dentre todos os problemas que fazem um chuveiro elétrico parar de esquentar a água, um dos mais comuns é a queima de sua resistência. Afinal, essa peça que é a responsável pelo seu funcionamento e pode ser danificada por causa de vários motivos.

Para fazer essa troca é muito simples, no entanto, diante da grande diversidade de modelos existentes no mercado, o mais indicado é seguir as recomendações do fabricante para não causar nenhum problema e provocar um acidente. Além disso, é preciso ficar atento quando for comprar a peça, pois, para cada modelo e fabricante de chuveiro, existe um tipo de resistência.

Apesar dessa variedade, alguns cuidados são universais, como a necessidade de desligar a corrente do circuito antes de fazer essa tarefa. Afinal, por ser uma operação que envolve mecanismos elétricos, existe o risco de o morador sofrer um choque elétrico.

Após realizada a troca, antes de religar o aparelho à corrente elétrica, é fundamental ligar o registro do chuveiro e deixar a água fria cair por alguns segundos. Isso expulsa o ar da câmara do chuveiro, o que evita que a nova resistência queime. Para finalizar, basta ligar o disjuntor que o chuveiro estará funcionando normalmente.

5. Instalar máquina de lavar

Para facilitar o dia a dia das pessoas, foram lançados no mercado diversos equipamentos que realizam as mais diversas funções. Entre eles, as máquinas de lavar são uma das mais populares, pois ela está presente na maioria dos lares brasileiros.

No entanto, para poder aproveitar melhor esse equipamento, é preciso que ele seja instalado em um local que possua um ponto hidráulico, para abastecer a máquina de água, e um outro para descartar no esgoto. Por isso, a maioria dos lançamentos imobiliários já é construída com um espaço dedicado para esse aparelho.

Para instalar a lavadora é bem simples, basta conectá-la às tubulações de entrada e saída de água. Caso esse encanamento não exista, é possível adaptar a torneira do tanque de lavar roupa para abastecer a máquina de água e usar a tubulação existente para fazer o descarte.

Quanto à instalação elétrica, é preciso ter alguns cuidados, pois esse equipamento exige uma grande quantidade de força para funcionar. Por isso, evite o uso de adaptadores e extensões. Caso a tomada esteja muito longe do local da máquina de lavar, contrate um eletricista para fazer corretamente a instalação, pois isso garantirá segurança para sua família.

6. Desentupir pias

Os entupimentos de pias são um dos problemas mais comuns que podem acontecer em uma residência. Esse incômodo problema pode acontecer em qualquer pia, seja ela da cozinha, do banheiro ou, até mesmo, no tanque da área de serviço. Como esse inconveniente pode trazer vários transtornos, é essencial saber como lidar com ele em momentos de emergência.

Para evitar esse problema, é necessário o usuário tomar alguns cuidados, como:

  • ficar atento com a sujeira que é jogada no ralo;
  • retirar os restos de alimentos dos pratos e panelas com um papel toalha e jogá-los no lixo;
  • jogar no lixo a borra de café do coador de pano;
  • evitar que cabelos e pelos caiam no ralo após o banho ou o barbear;
  • descartar a gordura em um local correto.

No entanto, muitas pessoas não tomam esses cuidados, o que possibilita o entupimento. Nos casos mais simples, o uso de um desentupidor já é o suficiente. Porém, caso ele não dê conta do problema, será preciso realizar um tratamento mais eficiente.

Em algumas situações, basta uma solução com sal, bicarbonato de sódio e água quente para dissolver a sujeira e desobstruir a tubulação. Outro produto muito utilizado devido à sua eficiência é a soda cáustica, sendo que ela é muito indicada para tubulações entupidas por causa da gordura.

Caso essas soluções não sejam suficientes, será necessário limpar manualmente o encanamento. Para isso, basta desinstalar o sifão e retirar a sujeira acumulada. Nesse caso, é preciso se preparar para enfrentar um encanamento cheio de matéria orgânica em decomposição. Por isso, a visão e o cheiro não serão nada agradáveis.

7. Consertar torneiras

Não existe situação mais inconveniente para quem deseja dormir do que uma torneira pingando. Além de fazer um barulho irritante, esse problema proporciona um aumento da conta de água devido ao desperdício provocado pelo vazamento. Além disso, devido à conscientização ambiental, é primordial reduzir essas perdas e encontrar maneiras para economizar esse recurso.

Normalmente, esse infortúnio é causado pelo desgaste natural da torneira. Para conseguir resolver esse problema, o primeiro passo é identificar o tipo da peça, pois existem dois: as comuns e as de ¼ de volta.

As torneiras comuns, como o próprio nome já diz, são as mais populares. Nesse modelo, o usuário deve girar um registro para que haja a saída de água. Caso a peça danificada seja desse tipo, o conserto é bastante fácil, pois basta desmontar a torneira e fazer a troca da borracha existente no sistema.

Já as torneiras de ¼ de volta são aquelas que usam alavancas para controlar o fluxo de água. Contudo, caso a torneira danificada seja desse modelo, infelizmente não existe conserto, visto que, para resolver o problema de vazamento, é necessário trocar toda a peça.

Para fazer a manutenção de uma torneira, será preciso uma chave de fenda ou Philips, uma chave de grifo, fitas vedantes e, no caso da torneira comum, uma nova borracha.

8. Descobrir a existência de vazamentos

Com o envelhecimento da residência, é natural que ocorra um desgaste na tubulação hidrossanitária, o qual pode provocar o surgimento de vazamentos na tubulação. Contudo, conseguir descobrir a existência desse problema e o local em que ele está não é algo fácil, pois sinais apenas aparecem quando o estrago já está muito grande, como o surgimento de infiltrações e manchas nas paredes.

Além de problemas na estrutura da edificação, os vazamentos provocam o desperdício de água, o que acarreta no encarecimento desnecessário da conta. Além disso, esse inconveniente cria um ambiente propício para o surgimento de mofo. Desse modo, é recomendado que sejam feitos periodicamente alguns testes simples para identificar a existência de vazamentos.

O jeito mais simples é fechar todos os registros de sua residência e anotar o número demonstrado no hidrômetro. Após um período de algumas horas, basta verificar o valor informado pelo aparelho; caso seja o mesmo, não existe nada de errado com a tubulação.

Agora, se ocorrer um aumento no valor, está comprovada a existência de um vazamento. Nesse caso, o mais indicado é contratar uma equipe especializada para encontrá-lo, pois será necessário fazer uma investigação para achar o ponto correto e consertar esse problema.

9. Consertar pequenos vazamentos

Como é possível perceber, o vazamento é um problema que deve ser rapidamente identificado e consertado. Caso contrário, além de ser obrigado a pagar por uma conta de água mais cara devido ao desperdício, o morador corre o risco de ter a estrutura de sua residência danificada.

Caso fique constatada a existência do problema, o primeiro passo é tentar descobrir o foco do vazamento. Contudo, como é normal que a tubulação se encontre dentro das paredes, é preciso possuir técnicas e metodologias corretas para evitar um excesso de danos na edificação. Afinal, é comum a necessidade de fazer furos nas paredes para encontrar o local correto desse defeito.

Por isso, para evitar erros e desperdício de dinheiro, o recomendado é a contratação de um profissional para encontrar e solucionar esse problema. Todavia, em alguns casos, principalmente quando a tubulação é externa, fica fácil encontrar o foco do vazamento. Nessas situações, o conserto é fácil de ser feito, sendo que você mesmo pode executá-lo.

Para isso, desligue o abastecimento de água na tubulação a ser reparada e abra as torneiras para esvaziá-la. Se o vazamento está em um cano, basta trocá-lo ou instalar uma válvula de aço. Agora, caso o problema esteja na junção de dois tubos, será preciso refazer a conexão.

10. Corrigir imperfeições na parede

Assim como acontece com a tubulação de uma edificação, é natural que, com o passar do tempo, a pintura sofra desgastes e necessite de uma manutenção. No entanto, antes de passar a tinta na parede, é preciso consertar possíveis imperfeições que possam existir, como buracos, trincas e abrasões.

Esse problema é bastante simples, sendo que é possível aplicar diversas técnicas para resolvê-lo. Contudo, apesar de existirem diversas soluções inovadoras, o uso de massa corrida continua sendo a forma mais fácil e barata para consertar os defeitos que existam nas paredes. Ela pode ser de dois tipos: PVA ou acrílica.

A massa corrida de PVA apresenta baixo custo. No entanto, devido ao seu baixo custo, ela apresenta baixa qualidade e não resiste à umidade. Por isso, o seu uso é recomendado para ambientes internos e secos, como quartos e salas.

Já a massa corrida acrílica tem uma maior resistência a variações de temperatura e à umidade. Sendo assim, ela é aplicada em ambientes molhados, como a cozinha e o banheiro. Além disso, devido à sua maior durabilidade, ela é indicada para ser usada em fachadas e nas áreas externas da edificação.

Para realizar o conserto, a primeira etapa é lixar o local danificado. Em seguida, é preciso preparar a massa e aplicá-la, com o auxílio de uma espátula, no ponto desejado de forma a preencher o defeito. Após a secagem do produto — que dura em média 24 horas —, será necessário lixar novamente esse local, de modo a deixar plana a superfície da parede.

11. Consertar rachaduras

Além das pequenas imperfeições que podem aparecer na parede, também é comum surgirem algumas rachaduras. Apesar de esse defeito poder assustar em primeiro momento, mesmo nas edificações que foram perfeitamente construídas, é natural ocorrer o surgimento de trincas devido à acomodação do solo.

Contudo, é preciso ficar atento se a fissura não foi causada por um problema estrutural. Nesse caso, pode existir o risco de colapso e desmoronamento da edificação. Por isso, é necessário consultar um engenheiro especialista para avaliar o problema.

Caso o defeito seja simples e não proporcione riscos aos ocupantes da edificação, para resolvê-lo, basta apenas fazer um pequeno reparo para melhorar a estética do ambiente. Para isso, o primeiro passo é, com a ajuda de uma espátula, aumentar o tamanho da fissura para facilitar a aplicação do material.

Em seguida, prepare a massa corrida — lembre-se: use massa PVA para cômodos secos, como o quarto e a sala, e aplique a massa acrílica em ambientes molhados, como o banheiro e a cozinha. Em seguida, com a ajuda de uma espátula, preencha toda a fissura, de modo a não existir nenhuma lacuna.

Por final, após a massa ter secado por 24 horas, será preciso lixar o local para deixar a superfície lisa e apta para receber a nova pintura.

12. Pinturas gerais

Assim como acontece nos outros itens desta lista, caso tenha disposição e tempo, é possível você mesmo fazer a pintura necessária para mudar o visual de um ambiente. Apesar de ser recomendada a contratação de um profissional para conseguir fazer um serviço de qualidade, é possível economizar dinheiro ao saber o que se está fazendo. Por isso, antes de iniciar a tarefa, procure na internet alguns tutoriais e dicas para não cometer erros.

Antes de começar a atividade, é necessário separar todos os materiais e as ferramentas que serão utilizados, como pincéis, rolos, lixas e recipientes. Em seguida, é recomendado proteger as superfícies que não se deseja pintar, dessa forma evita que haja danos devido a algum descuido ou respingo. Para isso, use fita-crepe para preservar os rodapés, as esquadrias e os interruptores. Já para os pisos, basta cobri-los com jornais ou com uma lona.

Feito isso, o próximo passo é lixar a superfície a ser pintada. Caso haja imperfeições, é nesse momento que será preciso corrigi-las. Depois disso, a parede já está apta para receber a nova pintura. Para calcular a quantidade de tinta necessária, será preciso medir o tamanho da área a ser pintada e comparar com o rendimento indicado nas latas.

13. Retirar mofos e bolor das paredes

O surgimento de mofos e bolor nas paredes é um dos transtornos causados por vazamentos e infiltrações. Além de prejudicar a estética do ambiente, a sua presença prejudica a saúde dos moradores, pois pode causar problemas respiratórios. Por isso, é fundamental resolver esse problema o mais breve possível.

Por se desenvolver em ambientes úmidos, quentes e que não tenham muita circulação de ar, é comum que o mofo surja em banheiros, despensas e quartos fechados. Já o bolor é um outro fungo que normalmente cresce nas paredes e causa manchas desagradáveis.

É preciso tomar alguns cuidados para poder limpar as paredes que estejam impregnadas de fungos, sendo que, se o problema for muito grave, é recomendada a contratação de um especialista. Para evitar possíveis contaminações, é necessário proteger o corpo e os olhos durante a limpeza, sendo fundamental o uso de luvas e máscara para evitar o contato com os esporos que serão liberados durante a faxina.

Antes de fazer a limpeza, caso possível, não se esqueça de ventilar e iluminar bem o ambiente. Afinal, a luz solar e a circulação de ar são fungicidas naturais. Em seguida, em um balde, faça uma mistura de uma parte de água sanitária para três de água.

Com uma escova ou uma esponja, espalhe e esfregue essa solução na superfície escurecida pelos fungos. Após isso, enxágue o local com o auxílio de um pano úmido. Caso esse método não funcione, existem no mercado diversos produtos formulados especialmente para resolver esse problema.

Como é possível perceber, em alguns casos, não é necessário contratar profissionais para fazer os pequenos reparos que possam surgir em sua residência. Afinal, com uma pequena busca pela internet, é possível encontrar soluções simples que qualquer pessoa pode fazer e, consequentemente, economizar dinheiro.

14. Desentupir torneiras

Uma torneira entupida em casa pode ser uma dor de cabeça e tanto. Por isso, torna-se muito importante que você saiba fazer pequenos consertos domésticos, para agilizar os processos do dia a dia. O primeiro passo é compreender que o entupimento acontece em decorrência de algumas partículas na água, como a cal. 

Pense que, na boca da torneira, fica uma parte chamada de arejador, que tem como principal função misturar a água que corre com o ar. O grande problema é que, quando essa parte não funciona de maneira correta, o consumo de água será dobrado, e o susto aparece nas contas. Veja, a seguir, o passo a passo para fazer o reparo: 

  • desmonte o arejador com uma chave inglesa, para evitar que a junta caia no ralo. Esse disco de borracha serve como a junção entre a boca da torneira e o arejador;
  • tome cuidado com os respingos e abra a torneira cuidadosamente. Assim, fica mais simples eliminar possíveis resíduos;
  • avalie a quantidade de cal dentro do arejador. Caso não esteja lotado, coloque a peça dentro de um copo com vinagre ou antical por algumas horas;
  • em casos de muita sujeira, melhor comprar um novo arejador;
  • quando o processo estiver finalizado, basta enroscá-lo novamente na torneira sem fazer força excessiva. 

15. Restauração de paredes

Antes de aplicar a tinta em sua casa, restaurar as paredes é um passo importante para garantir um ambiente aconchegante e bonito. No entanto, essas pequenas imperfeições podem ser corrigidas de maneira simples e sem a ajuda de um profissional da área. O mais importante, inicialmente, é garantir os materiais certos. Conheça, abaixo, os principais: 

  • espátula;
  • massa corrida;
  • lixa de parede número 180;
  • desempenadeira de aço;
  • escova ou espanador de pó. 

Todos esses itens são encontrados em casas de construção com uma grande variedade de preços. A partir disso, começa o trabalho de restauração na prática. Com a ajuda da espátula, coloque massa corrida na desempenadeira. Logo depois, passe-a na parede até começar a sentir o grude e espalhe bem, para que fique uniforme. 

Tire a sobra de massa corrida grudada na desempenadeira antes de repetir o processo. Faça uma série de movimentos com a desempenadeira em sentidos diferentes e pare apenas quando a superfície estiver completamente lisa.

Aguarde até cinco horas até que tudo fique completamente seco. Feito isso, lixe com mais força para remover qualquer tipo de imperfeição. Repita todos os passos até completar as paredes. Ao final, remova a poeira com uma escova própria ou um espanador comum. 

16. Troca de fechaduras

Conseguir trocar uma fechadura é o tipo de conhecimento que tem o poder de facilitar sua vida. Saiba que o processo pode até parecer complicado à primeira vista, porém, com uma boa dose de paciência, qualquer pode ser bem-sucedido.

Muitas vezes, a preocupação gira em torno de não danificar sua porta. Esse ponto precisa ser considerado no momento de seguir as instruções e fazer tudo com o máximo de jeito possível. 

Você vai precisar apenas de chave de fenda, chave allen, uma fechadura e parafusos. Para começar, remova os parafusos da fechadura com a chave de fenda. Além disso, ela também pode ser usada como alavanca no momento de remover a testa da maçaneta, que é aquela parte responsável pelo acabamento da peça. 

Já a chave allen será usada no processo de afrouxar a maçaneta antes de removê-la da porta. Se a fechadura for de um formato diferenciado com pino metálico, torna-se essencial ter em mãos um alicate, para ajudar na remoção. Assim que conseguir soltar, desparafuse os espelhos laterais ou as rosetas. 

Nesse momento, também será preciso retirar a barra onde a maçaneta é fixada. Outro detalhe importante envolve encontrar o parafuso próximo ao trinco, pois ele contém o segredo da chave e precisa ser substituído. Tenha bastante cuidado ao organizar esses parafusos, para não perder nenhum deles. 

Agora chega o momento de retirar a máquina de dentro da folha de madeira. Para isso, use uma chave de fenda e guarde-a como referência, caso seja preciso comprar uma nova fechadura que se encaixe perfeitamente. Uma boa dica, aqui, é limpar bem os buracos na porta, com a intenção de fazer a nova peça deslizar mais facilmente. 

Coloque a máquina nova no espaço da porta e encaixe o cilindro em seguida. Tudo isso sem deixar de lado o parafuso responsável por prendê-lo na estrutura. Parafuse a testa, para que essa parte tenha um melhor acabamento. Como último passo, coloque as maçanetas, a base, as rosetas e as alavancas. Finalize prendendo com um pino ou parafuso antes de fazer os primeiros testes. 

17. Manutenção dos jardins

Ficou no passado o tempo em que contratar um serviço de jardinagem era indispensável para ter sua casa sempre bonita. Basta um pouquinho de informação sobre o assunto que um universo de possibilidades se abre no momento de fazer os reparos. 

A questão complicada é que, quando um jardim não recebe os devidos cuidados, os insetos tomam conta, e as ervas daninhas crescem por toda parte. Diante disso, monte uma rotina básica para regar com frequência. Lembre-se de que é muito raro que o jardim seja completamente controlado apenas pela chuva. 

Tendo isso em mente, escolha a quantidade de água e o equipamento de acordo com o tipo de flores e tamanho do espaço. Além disso, considere criar estratégias para espantar tanto insetos quanto outras pragas, com cercas, espantalhos ou equipamentos brilhantes, que fazem toda a diferença no sistema de controle. Veja, a seguir, outros pontos que devem ser avaliados:

  • solo: quando malcuidado, prejudica o desenvolvimento das plantas;
  • desenvolvimento do paisagismo: a falta de atenção favorece o surgimento de pragas e compromete as folhas;
  • depreciação do imóvel: o descaso com a manutenção desvaloriza a harmonização visual;
  • tipo de terra: antes de plantar qualquer coisa, é preciso avaliar o que crescerá mais facilmente, de acordo com as características do jardim.

Considere, também, que cuidar de um jardim exige esforço. Não basta apenas regá-lo com frequência, é preciso pensar na quantidade de vento que as plantas recebem, se estão expostas demais ao sol e nas ferramentas adequadas. 

Pronto! Agora você já sabe como fazer pequenos consertos domésticos. O mais importante é ampliar os conhecimentos com a intenção de deixar sua casa cada vez mais bonita e aconchegante sem precisar de grandes investimentos. Afinal, com uma pequena busca pela internet, fica fácil tomar boas decisões na hora de colocar a mão na massa.

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