Bicicletas compartilhadas e seus benefícios para o bolso e saúde

20 fevereiro 2019

12 comentários
Bicicletário de um condomínio MRV próximo à área de lazer
Com a sociedade cada vez mais favorável à convivência e ao uso das bicicletas como meio de transporte em suas grandes cidades, iniciativas que propõem a troca dos automóveis e transporte público pelas famosas 'magrelas' têm sido não apenas muito bem-vindas, mas também cada vez mais necessárias na vida das metrópoles.

Investimento em meio de transporte limpo

Por ser uma empresa focada em práticas sustentáveis, a MRV entendeu e abraçou esta demanda, e, por isso, disponibiliza, em alguns de seus empreendimentos pelo Brasil, estações de bicicletas compartilhadas. Dispondo de uma senha, cada morador consegue desbloquear uma bike, que pode ser utilizada por tempo indeterminado.

O serviço é incluído nas taxas do condomínio, de modo que os moradores não pagam pelo uso das bicicletas. A iniciativa é, com isso, benéfica ao bolso, até porque também ajuda na economia de combustível – com as bikes, os condôminos encontram mais uma alternativa além dos meios públicos de transporte disponíveis da região dos empreendimentos.

Além disso, trocar o carro, o ônibus ou o metrô pelo pedal também traz ganhos à saúde. Especialistas afirmam que apenas meia hora de bicicleta por dia já tira qualquer pessoa do sedentarismo. Deslocamentos de uma hora podem, por sua vez, queimar até 400 calorias, bem como melhorar drasticamente a saúde cardíaca do ciclista.

Por que investir em bikes compartilhadas?

Realizada em 2016, a pesquisa 'Perfil de Quem Usa Bicicleta na Cidade de São Paulo', de autoria da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo), apontou que três quartos dos usuários de bicicleta na capital paulista (74%) afirmam pedalar pelo menos cinco vezes por semana, um resultado que, por si só, indica que, para muitos paulistanos, é este seu principal meio de transporte.

O uso das bikes em São Paulo, uma das cidades em que a MRV possui o serviço de compartilhamento, se dá, inclusive, como deslocamento para o trabalho. A grande maioria dos entrevistados (81%) conta que usa a bicicleta para este fim ao menos uma semana. Outros 28% também relatam que combinam a bike com outro meio de transporte para finalizar seu deslocamento.

No levantamento, apenas 3% dos entrevistados disseram usar bicicletas públicas – quase todos os paulistanos ainda se valem de veículos próprios, o que revela um nicho importante para as construtoras, que, em busca de oferecer cada vez mais conforto e comodidade aos seus moradores, podem e devem investir cada vez mais no compartilhamento de bikes.

Utilizando e compartilhando as bicicletas

A MRV recomenda a todos os empreendimentos em que o benefício será oferecido que o condomínio seja vigilante em relação à segurança. Como acontece com as bicicletas particulares, o ideal àquelas que são compartilhadas é que também passem por manutenção constante, com revisão de suas engrenagens, rodas, pneus e freios.

Além disso, um bom canal de relacionamento sugerido entre condomínios e moradores é o estímulo ao uso de equipamentos de segurança necessários a todos os ciclistas, como capacete e luzes de sinalização.

Comentários

Marcelo Azevedo Bastos
Marcelo Azevedo Bastos disse: 05 outubro 2019
Sou morador do Bosque Maia aonde ficam essas bicicletas?o bicicletário do condomínio está vazio gostaria demais informações grato
MRV
MRV disse: 09 outubro 2019
Olá Marcelo, tudo bem?

No condomínio Reserva Paulista - Bosque Maia, você pode encontrar o espaço para o bicicletário ao lado direito da garagem coletiva, com capacidade para 44 unidades de bicicletas!
Jadson Almeida
Jadson Almeida disse: 09 novembro 2019
boa noite no condomínio parque vitoria sul tem como fazer a solicitação do bicicletário, pois o mesmo foi inaugurado recentemente e não veio com essa opção maravilhosa para saúde que é o bike mrv
MRV
MRV disse: 12 novembro 2019
Olá Jadson, como vai?

Neste caso é preciso saber se o seu condomínio comporta este tipo de instalação. Para isso, é preciso que você entre em contato com nossa central de Relacionamento com o Cliente através dos canais: página MRV Responde no Facebook ou telefone 4005-1313 e explicar sua solicitação!

Gabriela
Gabriela disse: 20 outubro 2020
Essas bicicletas podem ser usadas externamente ?
MRV
MRV disse: 09 novembro 2020
Olá Gabriela, como vai?

A MRV disponibiliza as bikes compartilhadas para que seus moradores possam usufruí-las dentro dos nossos condomínios. No caso de utilização em áreas externas, você precisará verificar a norma implantada em seu condomínio com o Síndico. Qualquer outra dúvida, estamos à disposição!
Paulo
Paulo disse: 06 fevereiro 2021
Eu posso usar a bicicleta pra fins de deslocamento pra trabalhar?
MRV
MRV disse: 17 março 2021
Olá Paulo, tudo bem?

O uso das bicicletas compartilhadas no condomínio é feito em comum acordo entro os condôminos e o Síndico. Você poderá verificar com o Síndico do seu condomínio e verificar como foi acordado o uso dessas bikes. Pois, a ideia é que elas estejam disponíveis para todos em qualquer momento do dia que possam precisar delas. Recomendamos sempre o bom senso dos moradores com relação ao tempo e intervalo de uso das bikes, para que ninguém deixe de usar o veículo por falta do mesmo!
Simone
Simone disse: 18 julho 2021
Acho maravilhosa essa ideia das bicicletas,porém sou contra o uso com finalidade de diversão,o que vejo de relatos,é que as crianças quebram as bicicletas com facilidade e assim gera dispensa pra o condomínio,e se o uso está na taxa do meu condomínio, não vou pagar pra criança quebrar ,em vez de investir em outra coisa,tá gastando com concertos pra criança brincar,brincadeira de criança é os pais que fornece,ou os pais pagam pelo concerto,porém muitas vezes nem sabem que o filho quebrou
MRV
MRV disse: 28 setembro 2021
Tudo bem, Simone?
Entendemos o seu ponto de vista. Mas neste caso, é preciso que o síndico aplique as regras de uso de bens comuns do condomínio e mantenha a manutenção dos equipamentos em dia. E claro, é preciso que os condôminos se conscientizem sobre a importância de manter a estrutura local, pois a manutenção recorrente desses itens podem impactar diretamente no valor pago por eles de condomínio!

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