Como funciona a energia solar em condomínios da MRV?

17 maio 2019

2 comentários

Transformar a casa por dentro pode ser ótimo, você não acha? Apesar disso, existem algumas modificações estruturais, feitas na parte externa, que também podem ser benéficas para o nosso dia a dia — o uso de energia solar em condomínios exemplifica isso muito bem.

No entanto, por que recorrer a essa fonte? Quais são as principais inovações que o Brasil tem feito a respeito? Como ela alteraria, na prática, nosso dia a dia e o consumo de energia? Para responder essas e outras perguntas sobre esse tema tão relevante para o planeta, preparamos este artigo. Leia até o fim para saber mais!

Por que usar energia solar?

Os recursos tecnológicos evoluem com uma rapidez cada vez maior e, graças a isso, foram desenvolvidas novas formas de aproveitar fontes renováveis de energia, como a solar fotovoltaica. Como o próprio nome sugere, ela é produzida pelo sol e pode ser convertida para a produção de eletricidade ou de calor. É um processo direto, que não traz prejuízos para o meio ambiente.

Do ponto de vista da sustentabilidade, ela é uma excelente alternativa às fontes não renováveis. É preciso ter em mente que, por ano, o sol produz 4 milhões de vezes mais energia do que a quantidade consumida por nós. Trata-se de um potencial ilimitado que, se bem explorado, pode ser vantajoso para nossos bolsos e para o planeta, é claro.

Como surgiu a iniciativa de energia solar em condomínios da MRV?

Levando em conta todos esses benefícios — é limpa e renovável, ocupa pouco espaço, tem baixa necessidade de manutenção e é acessível mesmo em lugares remotos —, a MRV Engenharia decidiu implantar um sistema de energia solar fotovoltaica em seus empreendimentos. Temos a expectativa de que até 2020 todos os novos projetos venham com o sistema devidamente instalado.

A iniciativa de oferecer essa característica em nossas construções partiu do fundador da MRV, Rubens Menin. Ele vislumbrou que a tecnologia seria bem-vinda, afinal, além de viável, ela também traria vários benefícios para os moradores.

É importante ressaltar que a sua utilização tem crescido nos últimos anos no Brasil. Segundo a ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), o país conta com mais de 30 mil sistemas solares fotovoltaicos que são conectados à rede das concessionárias de energia.

Como temos um comprometimento com ações sustentáveis, enxergamos a possibilidade de beneficiar nossos clientes em termos de custos — edificações com esse tipo de iniciativa são mais atrativas a cada dia. A MRV acredita que, em um futuro próximo, as pessoas optarão apenas pela energia limpa, pois ela não emite poluentes na atmosfera.

Como funciona o uso de energia solar fotovoltaica em condomínios da MRV?

Oferecemos dois tipos de empreendimento. Em um deles, a usina fotovoltaica é instalada para abastecer a demanda de eletricidade das áreas comuns. Nos outros, que ainda são minoria, há uma constituição completa: a usina fornece para os espaços coletivos e também para os apartamentos. Em 2019, 17 empreendimentos da MRV aguardam lançamento no segundo modelo — o objetivo é fazer com que os prédios de fornecimento total cresçam.

Vale lembrar que a fotovoltaica ainda é uma novidade para muitos setores da sociedade e da indústria. As próprias concessionárias de energia, por exemplo, ainda não estão acostumadas com esse tipo de geração. Em nossas construções com o padrão mais comum, a energia solar supre a demanda de iluminação das quadras, da estação de tratamento de esgoto e dos salões de festas, ou seja, de todas as áreas comuns.

Instalação

A usina é implantada no telhado, assim como os painéis fotovoltaicos, e um inversor é instalado no prédio. A geração da corrente fotovoltaica é contínua e precisa ser transformada em corrente alternada, que é o tipo de corrente consumida nos eletrodomésticos e outros equipamentos úteis em nosso cotidiano — geladeira, iluminação etc.

Consumo

Em poucas palavras, podemos considerar que existem duas categorias de consumo. A primeira delas é a instantânea, isto é, a energia que é gerada e consumida na hora. A segunda é a de excesso: a geração é superior ao consumo. O consumo de excesso é jogado para a rede de energia da concessionária por meio de um medidor bidirecional.

À noite, quando não há sol, a energia “guardada” é consumida. Durante o dia, quando muita energia é gerada em relação ao consumo, o excesso vai para a rede. Na prática, ela funciona como se fosse uma grande bateria, porque a energia é retirada dela e ela é ciclicamente “recarregada”. É necessário mencionar que, por conta de suas características únicas, o sistema fotovoltaico funciona sempre, mesmo com chuva ou em dias nublados.

Em modelos de geração completa, nos quais a energia também vai para os apartamentos, o consumo nas áreas comuns é compensado em primeiro lugar. Elas ficam abastecidas de energia e o excedente é direcionado para os apartamentos, em parcelas iguais. Com isso, garante-se que todas as unidades receberão a mesma parcela de energia, em uma divisão igualitária.

Quais são as vantagens da energia solar em condomínios para os moradores?

O grande benefício da geração de energia fotovoltaica para as áreas comuns é contribuir para que os condôminos tenham uma grande economia de energia elétrica.

Imagine uma construção com 300 unidades, onde cada uma economiza cerca de R$ 10,00 mensais. Por mês, são R$ 3 mil de economia e, por ano, R$ 36 mil. Com esses valores na reserva de caixa, há como fazer aprimoramentos significativos no condomínio — pintura da fachada, paisagismo, reparo dos móveis, iluminação, área de lazer e assim por diante.

Nas construções onde há o modelo de geração completa, a economia pode chegar a R$ 100,00 por apartamento. É necessário mencionar que os consumos são distintos. Há moradores que usam menos energia porque vivem sozinhos, por exemplo. Os que têm um consumo baixo acumulam créditos, que ficam atrelados ao CPF do morador e podem ser usados em até 60 meses (5 anos).

Enfim, a energia solar em condomínios por meio de sistemas fotovoltaicos é, sem dúvida, uma excelente iniciativa. Uma grande economia pode ser alcançada, podendo ser revertida em melhorias, o que valoriza as propriedades.

Se você gostou dessa novidade e quer conhecer melhor os projetos da MRV, entre em contato conosco — nós podemos ajudar a realizar seus sonhos!

Comentários

Lazaro
Lazaro disse: 31 maio 2019
Muito bom esse post, bem informativo. Uma dúvida, quando a reportagem diz "uma construção com 300 unidades, pode economizar R$ 3.000 mil reais, mês" significa que a quantidade de apartamento influência no calculo ? Ou que em média para um projeto com essa quantidade de apartamentos geralmente tem 4,6 ou 8 paineis solares que juntos fariam essa economia ? Pergunto, pois recentemente adquiri um apartamento MRV no complexo Grand Reserva Paulista, onde haverá cerca de 48 torres, cada torre com 144 apartamentos. E gostaria de cálcular uma estimativa de economia para as areas comuns. Tendo em vista que estamos perto da formação dos primeiros condominios e as estimativas de consumo de energia estão bem altas, certa de R$ 4.500 (a cada duas torres) segundo a administradora. Desde já agradeço.
MRV
MRV disse: 03 junho 2019

Bom dia Lazaro, como vai?

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