Energia Solar: Do céu direto para a tomada

13 fevereiro 2019

Potente o suficiente para abastecer desde pequenas habitações até grandes condomínios, a energia fotovoltaica, produzida a partir da luz solar, já é a terceira fonte de energia renovável mais importante em termos de capacidade no mundo, ficando atrás apenas da energia hidroelétrica e da energia eólica. Sempre de olho na sustentabilidade e inovações tecnológicas, o Brasil não poderia ficar de fora deste panorama.

Assim como acontece com grandes países como China, Japão e Estados Unidos, o mercado brasileiro vem apostando cada vez mais na conversão feita via células fotovoltaicas, dispositivos que produzem energia mesmo em dias nublados ou chuvosos, e feitos de material semicondutor – assim como existem os materiais condutores, como o cobre ou alumínio, e os materiais isolantes como a borracha e o vidro, há também os materiais que são “quase” condutores de eletricidade.

Em empreendimentos imobiliários, as células fotovoltaicas são instaladas nos telhados, seja das casas ou das torres de prédios, a fim de converter a energia solar e distribuí-la. A MRV, uma empresa empenhada em contribuir com o desenvolvimento sustentável, já conta com unidades aparelhadas com os dispositivos.

A energia produzida por eles é usada nas áreas comuns do condomínio, e o excedente é transmitido para a rede de distribuição da concessionária de energia local. Esta energia extra é descontada da conta de luz mensal, representando, assim, uma economia que beneficia a todos os moradores.

“A cada ano, aprimorarmos a nossa forma de trabalhar para assegurar mais valores para os nossos clientes. Estamos sempre pensando em inovações que facilitem a vida dos moradores de nossos condomínios e também contribuam para o consumo sustentável”, resume o diretor de Produção da Regional Nordeste da MRV, Maurício Raso.

No Brasil, o sistema de compensação de energia foi criado a partir da Resolução 482 Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) em abril de 2012, que passou a regular esta modalidade de geração de energia junto a concessionárias de energia nacionais.

Texto adaptado do Estadão.

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