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Imóvel é alternativa segura de investimento em meio à crise

29 outubro 2008

Brasileiros e estrangeiros beneficiam-se da segurança do mercado nacional, graças ao rigor na análise de crédito.

Em meio à crise financeira que afeta os Estados Unidos, os estrangeiros têm buscado alternativas em investimentos. Uma delas é o mercado imobiliário brasileiro.
A principal vantagem do mercado nacional é a regulamentação do financiamento de imóveis, que garante segurança ao comprador. Diferentemente do que ocorre nos EUA, depois da crise imobiliária de meados dos anos 1990, o mercado brasileiro ficou mais criterioso na liberação do crédito.
Já na maior economia mundial, existe um intermediador para financiar o imóvel, o qual analisa o crédito com menor rigor e, por isso, a inadimplência tornou-se grande e o mercado, vulnerável.

Estabilidade econômica - Outra característica da economia brasileira que tem atraído os investidores estrangeiros é a estabilidade.
A facilidade da obtenção do crédito, em território nacional, é acompanhada de um maior rigor na análise de crédito pelos agentes bancários, o que fortalece a credibilidade e a estabilidade do mercado.
Os brasileiros também aproveitam os benefícios desta estabilidade, resultando no crescimento do mercado imobiliário, que começou em 2006 e tende a ser muito maior nos próximos anos.
“Qualquer dificuldade de oscilação do dólar é pontual e será superada com tranqüilidade. Recomendo o investimento em imóveis”, disse o diretor regional do Sinduscon (Sindicato da Indústria da Construção Civil) de Ribeirão Preto, José Batista Ferreira, em entrevista ao jornal A Cidade.

O mercado imobiliário - Para se ter uma idéia da expansão do mercado imobiliário no Brasil, segundo o presidente do Sinduscon-SP, Sergio Watanabe, até 2012, o País deve crescer em média 4,5% ao ano.
O PIB da construção, por sua vez, deve aumentar 6,5% ao ano. "O destaque é para 2008, quando a construção crescerá 10%. O número de famílias deve se elevar de 53 milhões para 61,5 milhões".
Quanto aos investimentos em novas moradias, o sindicato prevê que passem de R$ 106 bilhões para R$ 150 bilhões em 2012.

Fonte: ImovelWeb, 24/10/08, São Paulo.

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