Paredes em 3D: uma ótima opção para quem busca por modernidade

03 junho 2016

Tendência no décor, os revestimentos em 3D garantem mais beleza e praticidade aos ambientes. Eles criam efeitos de volumetria nos espaços e aliam estética e funcionalidade à decoração.





O uso de revestimentos 3D tem sido cada vez mais adotado no mundo décor por suas versatilidades. Com inúmeros formatos, cores e tamanhos, este tipo de revestimento pode ser inserido em diversos espaços, como explica a designer de interiores Fabiana Visacro. “Esse revestimento vem sendo muito utilizado por sua beleza e efeito. Pode ser aplicado em ambientes pequenos ou grandes. É bem versátil e tem vários formatos, tamanhos e tipos de volumetrias. Quando há uma iluminação focada, por exemplo, você tem nuances e cria um efeito de luz e sombra”, conta. 





Trabalhar com o 3D significa ter a possibilidade de aliviar o espaço em relação à quantidade de móveis, conferindo o efeito de volumetria ao ambiente sem comprometer a circulação daquele local. “Quando um ambiente está montado com móveis e adornos de muitas linhas retas, a volumetria com detalhes abaulados e curvos traz uma forma mais orgânica e deixa o espaço menos impessoal. Dependendo do local a ser decorado, apenas o revestimento e uma boa iluminação já é o suficiente”, comenta Fabiana.





Para a arquiteta Simone Rocha, o revestimento 3D também pode ser usado em partes da casa que ficam mais escuras ou acumulam umidade, sendo um ótimo recurso para evitar infiltrações sem dar aspecto de ambiente de serviço. “No caso dos banheiros, por exemplo, o revestimento 3D pode ser um ótimo aliado para garantir um visual totalmente diferente, mas sem deixar de lado a praticidade de limpeza e a proteção da parede”, avalia.





Mas Simone Rocha alerta: é preciso saber escolher o revestimento, avaliando a composição dele junto às demais peças, pois o visual pode mudar bastante quando a instalação do conjunto é feita. “O ideal é encontrar um revestimento que disfarce bem as emendas entre as peças gerando um aspecto mais homogêneo e monolítico à parede. É importante observar a proporção entre o tamanho da parede a ser coberta e o tamanho das peças escolhidas. Leve em consideração, também, o tamanho e a iluminação do ambiente, pois quanto menor e/ou mais escuro, mais suaves devem ser os movimentos 3D dos revestimentos para não ficar cansativo nem gerar a sensação de confinamento”, encerra a arquiteta.


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(Fonte: Mão Dupla Comunicação - Adaptado)

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