Qual a modalidade de financiamento adequada ao seu bolso?

11 outubro 2013

Você pretende comprar um imóvel e não sabe qual modalidade de financiamento escolher? Para ajudar nessa etapa, a AMSPA – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências preparou um guia que esclarece as vantagens e desvantagens do SFH – Sistema Financeiro da Habitação, SFI – Sistema Financeiro Imobiliário, programa ‘Minha Casa Minha Vida’, entre outros empréstimos. 



O programa Minha Casa Minha Vida do governo foi criado para atender as famílias de baixa renda. Para aderir, o futuro mutuário deve ter renda entre R$ 1.600 a R$ 5 mil e adquirir imóvel com o teto máximo de R$ 190 mil para residências na cidade de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Já nas regiões com mais de um milhão de habitantes, o valor é de R$ 170 mil. Nos municípios com população acima de 250 mil, o teto é R$ 145 mil. Nas cidades com mais de 50 mil habitantes o valor é de R$ 115 mil. Nas demais regiões, o teto é de R$ 90 mil.


Ao comprovar que a renda familiar não ultrapasse 30% dos rendimentos, o consumidor tem o direito de receber subsídio entre R$ 18 mil a R$ 25 mil e pode financiar até 100% do imóvel. “A vantagem de escolher o MCMV é que as taxas de juros são menores e vão de 5% a 7,16%, dependendo da capacidade de pagamento do proponente, da análise de risco de crédito e da definição do tempo das prestações (mínimo de 120 meses e máximo de 360 meses)”, explica Ana Carolina Bernardes, diretora jurídica da AMSPA.

Outros benefícios do Minha Casa Minha Vida são: utilizar o FGTS, entrada facilitada, parcelas decrescentes depois das chaves e isenção ou desconto no custo de seguros e despesas cartoriais. O programa também tem a cobertura de parte do pagamento das prestações nos casos de desemprego, redução de renda, morte e invalidez permanente e nas despesas de recuperação relativas a danos físicos ao imóvel. “Para ter a cobertura do Fundo Garantidor de até 36 parcelas é preciso ter quitado seis prestações do financiamento. Durante o tempo do auxílio é necessário o pagamento mínimo de 5% das prestações, comprovar situação a cada três prestações requeridas e estar adimplente nos meses anteriores”, ressalta Ana.

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Portanto, segundo o especialista, fica evidente que a escolha do financiamento depende muito do poder aquisitivo de cada um. “É importante que o futuro proprietário do imóvel converse com sua família, levando sempre em conta as despesas fixas, como alimentação, educação, transportes, pagamento de prestações, entre outros gastos. Caso contrário, o sonho de comprar a casa própria pode se tornar um tormento e acabar de vez com uma esperança do então adquirente”, completa Luz.

Leia a matéria na íntegra em Imobunews.
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